31 de março de 2011

Vendas de fertilizantes podem superar estimativa dos fabricantes

O mercado de defensivos agrícolas no Brasil, que em 2010 movimentou US$ 7,3 bilhões em vendas, pode crescer até 15% este ano, influenciado principalmente pelos preços recordes de culturas que usam muito esses produtos, como soja, cana-de-açúcar, milho e algodão."Podemos ter surpresas positivas", diz o diretor executivo da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), Eduardo Daher.
Ele observa, no entanto, que o percentual de aumento das vendas de defensivos projetado pela Andef e pelo Ministério da Agricultura é mais conservador, de 4,4% - igual ao crescimento estimado para o Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Daher disse que os produtores brasileiros incorporam mais tecnologias à produção quando a cultura agrícola está com uma boa cotação, o que deve ocorrer este ano. Ainda assim, segundo ele, o Brasil, mesmo sendo o segundo maior consumidor mundial desses produtos, usa bem menos defensivos do que outros países na média por hectare. Ele aponta o "desmonte da extensão rural em 1990" como uma das causas disso, levando a uma má utilização da tecnologia agrícola.
Quase 80% dos defensivos vendidos em 2010 foram utilizados nas culturas de soja (46%), cana (11%), milho (10%) e algodão (10%). A maior parte do produto foi vendida em seis estados: Mato Grosso (20%), Paraná (15%), São Paulo (14%), Rio grande do Sul (11%), Goiás (10%) e Minas Gerais (9%).

Fonte: EconomiaSC

28 de março de 2011

Bolsistas Seleção 2011 na Pós-Graduação em Agronegócio


Universidade Federal do Paraná
Programa de Educação Continuada
em Ciências Agrárias- PECCA

Resultado do Processo de
Seleção/2011 de Bolsistas para ingresso
na Pós-graduação em Agronegócio

1 - Ana Paula da Silva
2 - Eduardo Furlan Junior
3 - Elienai Carvalho Cardoso
4 - Jair Ineri Lazzarotto
5 - Janice Schroeder
6 - Julian Martins da Silva Muller Mattos


Curitiba, 23 de março de 2011.
Prof. Dr. José Roberto Fernandes Canziani
Coordenador da Pós-graduação em Agronegócio

AveSui 2011 ocorrerá em Florianópolis (SC) entre 17 e 19 de maio

Previsão é que negócios atinjam R$ 400 milhões

 

Florianópolis, em Santa Catarina, vai sediar as discussões mais importantes da cadeia produtiva de aves e suínos do Brasil e da América Latina. A Feira da Indústria Latino-Americana de Aves e Suínos (AveSui 2011), será realizada na capital catarinense entre os dias 17 e 19 de maio de 2011. A organização é da Gessulli Agribusiness, que prepara grandes novidades para esta edição do evento.
A AveSui reúne no mesmo lugar uma feira de negócios – no qual as principais empresas dos mais diferentes setores da indústria avícola e suinícola expõem e lançam seus produtos e tecnologias - e um seminário técnico completo e atual – renomados especialistas debatem os principais assuntos e diretrizes dessas três cadeias no Brasil e no mundo.
Em sua última edição, a AveSui reuniu 250 empresas de mais de 45 países e gerou mais de R$ 380 milhões em negócios.
– A AveSui se tornou o principal centro de soluções integradas para os setores avícola e suinícola, não só pela oportunidade de negócios, mas também pela atualização técnica aos profissionais da área proporcionada pelos seminários técnicos realizados em paralelo à feira – explica Andrea Gessulli, diretora da Gessulli Agribusiness.
A AveSui 2011 deve reunir mais de 20 mil visitantes durante os três dias de feira, possibilitando o acesso dos produtores, técnicos, empresários e demais profissionais às principais tecnologias disponíveis para estas cadeias produtivas, além de ser o espaço ideal para se conhecer as novidades em produtos, serviços, insumos e equipamentos.
Além da feira de negócios, a AveSui terá o X Seminário Internacional de Produção de Aves e Suínos. São palestras com enfoque técnico para as atividades avícola e suinícola. No primeiro dia, será realizado o Painel Conjuntural, que trata de temas econômicos e de mercado. O evento ainda promove Cursos Práticos e outras atividades paralelas.

Fonte: AVESUI

24 de março de 2011

Agrovia consolida feira no cenário nacional do agronegócio


Feira de Negócios Tecnologia Agrícola e Pecuária - Agrovia 2011 - começa no dia 06 de abril, às 10h00, e será realizada na fazenda São Paulo, em Itapeva, cidade a 270 km da capital paulista. A abertura do evento contará com a palestra do ex-ministro da agricultura e atual presidente do Conselho Superior do Agronegócio da FIESP, Roberto Rodrigues que falará das perspectivas do agronegócio brasileiro.  A cerimônia de abertura será às 11h30, e contará com a presença de várias autoridades municipais, estaduais e de entidades ligadas ao setor. 

Durante quatro dias, até dia 09 de abril, sábado, a feira funcionará das 9h00 às 17h00, com entrada e estacionamento gratuitos. A organização do evento finaliza todos os preparativos para a terceira edição e a expectativa são as melhores possíveis. Segundo João Dias, um dos organizadores da feira, espera-se mais de 20 mil visitantes, além de receber um aumento de cerca de 50%  no número de expositores em relação à feira de 2010. 

“Estamos otimistas para esta edição da Agrovia. Conseguimos ampliar e melhorar todos os setores do evento. Nossa expectativa é gerar um aumento de 30% nos negócios em relação aos R$ 60 milhões existentes no evento do ano anterior”, comenta Dias.

Interessada em explorar e movimentar ainda mais esse promissor segmento, a organização da fazenda São Paulo, tem trabalhado em parceria com a prefeitura de Itapeva, co-realizadora do evento.

Segundo a assessoria de imprensa do evento, todo esse empenho contribui para preparar o produtor brasileiro para o forte crescimento da agricultura no mundo e em especial no Brasil, tornando-o mais produtivo e competitivo, estando apto a acompanhar o crescimento do agronegócio, que movimenta anualmente, em todo território nacional, aproximados 23 bilhões de reais. O sul e sudoeste paulista, áreas onde a Agrovia já demonstrou  forte impacto, possuem uma vasta diversidade agrícola, e os  organizadores da feira vem investindo a cada ano em trazer mais informação técnica e inovações  do setor.

A feira  já se consolidou como um dos maiores eventos do agronegócio do país, como  referencial de  conteúdo, com   palestras técnicas, cursos, dinâmicas, apresentação  de estudos e pesquisas e demonstrações de campo, exposição de produtos, com o objetivo de mostrar aos visitantes novidades e tecnologias a serem usadas no cotidiano do campo. Segundo Grace Caribé, diretora da Live&Motion, empresa responsável pela organização do evento, a Agrovia 2011 apresentará uma área mais bem dividida e estruturada , com  nova planta, desenhada para aproveitar melhor os 145 mil m² de área do recinto Edmundo Maluf, que contará com novas ruas, estacionamento mais amplo, novas entradas e avenidas periféricas para melhor acesso do publico, expositores, máquinas pesadas e tratores. Além de uma nova praça de alimentação, pavilhões para exposições de gado, de suínos, caprinos, torneio leiteiro e julgamento de gado nelore ranqueado.

Informações: www.agroviasp.com.br

21 de março de 2011

Commodities agrícolas: Queda nas cotações não preocupa brasileiros

A queda nas cotações das commodities teve ressonância considerada fraca no Brasil e não causa estardalhaço entre os produtores. Deixa o setor preocupado, mas nem por isso deve provocar uma corrida às vendas. Isso porque perto da metade da safra de soja já foi comprometida. E a maior parte do que falta vender ainda não foi colhida. O momento, no entanto, requer atenção, principalmente para quem ainda não tem uma estratégia de venda. A avaliação é da economista Gilda Bozza, da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), que acompanha a Expedição Safra em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

Apesar das baixas de até R$ 3 por saca registradas nas regiões produtoras, o preço da soja segue ao menos 20% acima do praticado nesta época do ano passado. E, apesar da crise na África e Oriente Médio e dos terremotos no Japão, “os fundamentos do mercado continuam os mesmos”, observa o executivo Júlio Piasilva, gerente da cooperativa C. Vale em Abelardo Luz, Oeste de Santa Catarina. Em sua avaliação, os preços atuais ainda estão bons. “Acima de R$ 40, dá para vender. Quem precisa comercializar, não tem por que esperar.”

A região Oeste catarinense é produtora de sementes e os agricultores, por contar com bonificação de cerca de 8% sobre o preço de mercado da soja industrial, sentem menos pressão para a venda antecipada. Assim, estão com grande quantidade de soja para comercializar e qualquer variação influencia diretamente em sua renda. Jandir Carmignan, de Faxinal dos Guedes, não vendeu nada antes da colheita, que está pela metade. Nas últimas semanas, a cotação da oleaginosa em sua região caiu de R$ 48 para R$ 45 por saca de 60 quilos. Mesmo assim, ele diz estar tranquilo. Decidiu vender parte da produção agora e deixou uma parte armazenada, como faria normalmente, com ou sem terremotos.

Traçar uma estratégia de venda significa garantir dinheiro para pagar as contas, conforme a economista Gilda Bozza. Ela analisa que uma série de fatores está influenciando as cotações internas neste momento. Entre eles, a notícia de safra recorde, que tranquiliza os compradores, a ocorrência de quebra por excesso de chuva em Mato Grosso do Sul, que vem sendo precificada à medida que os produtores confirmam prejuízos, e os problemas internacionais, que podem afetar a renda da metade da safra que ainda está no campo.

Boa parte da tranquilidade que os produtores demonstram é dosada pelo milho. Se a soja tem preço 20% acima do praticado um ano atrás, no cereal houve aumento de até 90%. No verão passado, o preço que os produtores recebiam mal pagava os custos. Agora, o cultivo voltou a ser sustentável, com rentabilidade ainda inferior à da soja em muitas regiões, mas suficiente para reduzir as reclamações do setor.

O clima preocupa os produtores de milho mais que o mercado. José Antônio Palomo, de Abelardo Luz, que vendeu parte da produção para cobrir custos, espera produtividade de 10,8 mil quilos por hectare, similar à alcançada no ano passado. Sua maior preocupação é manter o porcentual de grãos ardidos abaixo de 10% mesmo com o excesso de umidade.

17 de março de 2011

Produto suinícola tem primeira alta desde novembro de 2010

A alta foi de 7% na semana, informa a Scot Consultoria 


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Desde novembro de 2010, quando a arroba começou a se desvalorizar, é a primeira vez que os preços subiram. A alta foi de 7% na semana. Em São Paulo o preço referência é R$46,00 por arroba. O aumento da demanda, somado a redução na entrega em função do carnaval refletiram em aumento de preço.
Para a carne suína a valorização foi de 10,5% na semana e hoje está cotada em R$4,20/kg. A demanda voltou a se ajustar a oferta existente.

15 de março de 2011

Safra de grãos atinge novo recorde e chega a 154 milhões de toneladas

O Brasil deve colher, este ano, 154,2 milhões de toneladas de grãos. Os números são do sexto levantamento da safra 2010/2011, realizado pela Conab e divulgado nesta quinta-feira (10).

A produção atinge um novo recorde, com um aumento de 3,4% ou cerca de 5 milhões de toneladas a mais que a safra passada, que foi de 149,2 milhões de toneladas. Com relação ao último levantamento, realizado em fevereiro, a produção cresceu 0,7% ou o equivalente a 1,1 milhão de toneladas. A área cultivada também cresceu, com um aumento de 3,1%, atingindo 48,9 milhões de hectares.

O motivo do crescimento é a ampliação de áreas de cultivo do algodão, do feijão 1ª e 2ª safras, da soja e do arroz, aliada à melhor influência do clima sobre o desenvolvimento das plantas. Entre as principais culturas, o algodão apresenta-se com o maior crescimento percentual em área, com cerca de 56% a mais que no ano passado (835,7 mil ha), o que pode levar a uma produção de 1,9 milhão de toneladas de pluma, ou seja, 756 mil t a mais. Os números anteriores eram de 1,2 milhão de toneladas.

O feijão total é outro destaque. A área deverá crescer 7,7%, chegando a 3,9 milhões  de hectares. A produção, comparada à safra passada, eleva-se em 11,8%, podendo alcançar 3,7 milhões de t. A área da 1ª safra é de 1,5 milhão de hectares, enquanto a da 2ª safra deverá atingir 1,6 milhão de hectares.

Já a soja  teve uma ampliação na área de 2,4%, alcançando 24 milhões de hectares, enquanto a produção cresce 2,3%, subindo para 70,3 milhões de toneladas. A colheita do grão continua  nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná e já teve inicio no Rio Grande do Sul.
Com relação ao arroz, o aumento da área  foi de 3,7%, elevando-se para 2,9 milhões de hectares. Também a produção deverá apresentar um aumento de 12,6%, ampliando para 13,1 milhões de toneladas a safra anterior, que foi de 11,7 milhões de t.

No milho total, a produção deverá ser de 55 milhões de toneladas, 1,7% menor que na safra passada, quando atingiu 56 milhões de toneladas. A queda se originou no milho 1ª safra, que será menor em um milhão de toneladas. A razão principal foi a diminuição da área em  33,6 mil hectares (0,4%), ficando em  7,7 milhões de hectares. Por outro lado, para o milho 2ª safra, cujo plantio ainda não terminou, a estimativa é a de semear 5,45 milhões de ha (+ 4,5%), devendo produzir 21,96 milhões de toneladas.

A pesquisa foi realizada por 68 técnicos, no período de 21 a 24 de fevereiro, quando foram ouvidos representantes de cooperativas e de sindicatos rurais, de órgãos públicos e privados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além de parte das regiões Norte e Nordeste. 


10 de março de 2011

Boas práticas agropecuárias ganham incentivo nacional

Arquivo Embrapa
O projeto Boas Práticas Agropecuárias desenvolvido pela Embrapa alcançou caráter de ação interministerial. Os Ministérios da Agricultura, Meio Ambiente e Trabalho publicaram em conjunto portaria que institui o Programa Nacional de Incentivo às Boas Práticas Agropecuárias.
Os objetivos são estimular nas propriedades rurais a qualidade do gado de corte, condições adequadas de trabalho e cumprimento da legislação ambiental. Além de representantes de cada ministério, o comitê gestor do programa terá participação da Embrapa e do setor produtivo.
De acordo com o pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, Benjamim Nahúm, as Boas Práticas Agropecuárias são um conjunto de normas e recomendações que são apresentadas ao produtor. Se observadas, essas práticas sustentáveis na pecuária melhoram os resultados da produção, recuperam pastagens antigas, evitam o avanço a novas áreas de floresta e ainda garantem a segurança do trabalhador do campo.
Segundo Nahúm, a portaria interministerial vai ampliar as possibilidades de parceria com outras instituições para promoção das boas práticas agropecuárias. "Com isso pode-se, por exemplo, buscar parceiros para viabilizar financiamentos, já que as adequações envolvem custos elevados ao produtor rural", disse o pesquisador. A maior dificuldade no cumprimento das boas práticas se refere às normas ambientais, dados que na Amazônia as exigências desse aspecto são maiores.
O projeto Boas Práticas Agropecuárias foi desenvolvido pela unidade da Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande (MS). Em 2007, a iniciativa chegou ao Pará. Atualmente 11 propriedades rurais trabalham para atender às recomendações. Nesse trabalho, a Embrapa Amazônia Oriental capacita multiplicadores que possam apresentar as normas e recomendações do projeto aos criadores de gado.

7 de março de 2011

Cursos de Formação Rápida PECCA


Estão abertas as inscrições para os cursos de Formação Rápida do Programa de Educação Continuada em Ciências Agrárias (PECCA) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) com apóio da Fundação Paranaense de Estudos Florestais (FUPEF).

Os cursos tem curta duração de 2 a 3 meses (60 e 90 horas/aula respectivamente) tem início no dia 14 de abril.

1 - SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA APLICADOS AOS RECURSOS NATURAIS
Valor do investimento: 4 parcelas de 245,00
Duração: 03 meses de aula (90 horas/aula)
Inscrições:  www.pecca.ufpr.br
Contatos: 41 33505696 / 3350 5787 / cursosig@ufpr.br

2 - PAISAGISMO PRODUTIVO
Valor do investimento: 3 parcelas de 250,00
Duração: 02 meses de aula (60 horas/aula)
Inscrições: www.pecca.ufpr.br
Contatos: 41 33505696 / 3350 5787 / paisagismoprodutivo@ufpr.br

3 - MERCADOS DERIVATIVOS FINANCEIROS DO AGRONEGÓCIO
Início dia: 27 de maio!
Valor do investimento: 3 parcelas de 300,00
Duração: 02 meses de aula (60 horas/aula)
Inscrições: www.pecca.ufpr.br
Contatos: 41 33505696 / 3350 5787 / cursoderivativos@ufpr.br

4 - ELABORACAO DE PROJETOD PARA MDL E CRÉDITO DE CARBONO
Valor de Investimento: 4 parcelas de R$ 320,00
Duração: 3 meses de aula (90horas/aula)
Inscrição: www.pecca.ufpr.br
Contatos: 41 33505696 / 3350 5787 / pcc@ufpr.br

5 - PRODUTOS FLORESTAIS NÃO MADEIRAVEIS  
Valor de Investimento: 4 parcelas de R$ 190,00
Duração: 3 meses de aula (90horas/aula)
Inscrição: www.pecca.ufpr.br
Contatos: 41 33505696 / 3350 5787 pfnm@ufpr.br

6 - RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
Valor de Investimento: 3 parcelas de R$ 320,00
Duração: 2 meses de aula (90horas/aula)
Inscrição: www.pecca.ufpr.br
Contatos: 41 33505696 / 3350 5787 / rad@ufpr.br

7 - AUDITORIA AMBIENTAL
Valor do investimento: 3 parcelas de 300,00
Duração: 02 meses de aula (60 horas/aula)
Inscrições: www.pecca.ufpr.br
Contatos: 41 33505696 / 3350 5787 / auditoriaambiental@ufpr.br


8 - LICENCIAMENTO AMBIENTAL E AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS/EIA-RIMA
Valor do investimento: 3 parcelas de 295,00
Duração: 02 meses de aula (60 horas/aula)
Inscrições: www.pecca.ufpr.br
Contatos: 41 33505696 / 3350 5787 / licenciamentoambiental@ufpr.br

9 – MANEJO E INVENTÁRIO DE FLORESTAS PLANTADAS
Valor do investimento: 3 parcelas de 300,00
Duração: 02 meses de aula (60 horas/aula)
Inscrições: www.pecca.ufpr.br
Contatos: 41 33505696 / 3350 5787 / florestaplantada@ufpr.br


Maiores informações no site www.pecca.ufpr.br
Tel: (41) 3350-5787/(41) 3253-5569

3 de março de 2011

Tecnoagro 2011

A Fundação Chapadão realizou mais uma edição do TecnoAgro, que tem como objetivo a demonstração e a difusão de Tecnologias Agropecuárias desenvolvida para a região do cerrados.

Teve como tema de debate no primeiro dia o efeito da compactação do solo na dinâmica nutricional e na produtividade da culturas. Tema apresentado pelo professor da Unesp, Dr. Morel de Passos e Carvalho. Para o segundo, foi debatido o tema soja louca II, mais um desafio em nossas lavouras, palestra proferida pelo Eng. Agrônomo José Roberto Pavezi, que nas últimas 3 safras vem convivendo com esta doença e pretende mostrar os mitos e avanços sobre estes sintomas que vem observando à campo nas lavouras de soja na região do Araguaia no Mato Grosso. 

O diretor executivo da Fundação Edson Borges afirma que não “poderíamos deixar trazer estes temas para um amplo debate, bem como outros temas serão abordado neste TecnoAgro como: culturas para cobertura do solo visando o manejo e controle dos nematóides, novas cultivares de soja, novos híbridos de milho. Estão confirmamos a presença das Empresas de: Sementes de Milho, Sementes de Soja, Defensivos, Adubos, Corretivos, Sementes de Pastagens, Agricultura de Precisão, Ensino, Pesquisa, Máquinas e Implementos.